O cantor americano Justin Timberlake está entrando com uma ação judicial para impedir a divulgação das imagens das câmeras corporais da polícia no momento da sua prisão em 2024. Na ocasião, ele foi detido por dirigir embriagado nos Hamptons, em Nova York.
Os advogados da estrela pop argumentaram que a divulgação do vídeo “devastaria” a privacidade de Timberlake ao revelar “detalhes íntimos, altamente pessoais e sensíveis”. Eles também afirmaram que isso causaria “danos severos e irreparáveis” à sua reputação, sujeitando-o à “exposição ao ridículo e assédio”.
O juiz responsável pelo caso não decidiu imediatamente após uma audiência na segunda-feira (2), realizada no tribunal estadual em Riverhead.
O juiz Joseph Farneti pediu que os dois lados tentassem chegar a uma possível conciliação até o final da semana.
Relembre o caso
O cantor do NSYNC, que se tornou artista solo e ator, declarou-se culpado de dirigir embriagado em junho de 2024. A polícia disse que ele avançou um sinal vermelho, desviou de sua faixa e estava cheirando a álcool.
O cantor do Tennessee disse aos oficiais que havia tomado um martini e estava seguindo alguns amigos até em casa em Sag Harbor, a cerca de 160 quilômetros a leste da cidade de Nova York.
Timberlake concordou em fazer um anúncio público contra os perigos de dirigir embriagado como parte do acordo judicial, que reduziu sua acusação inicial de contravenção para uma infração de trânsito não criminal. Ele também foi condenado a uma multa de US$ 500, 25 horas de serviço comunitário e uma suspensão de 90 dias de sua licença.
“Mesmo que você tenha bebido apenas uma dose, não se sente ao volante de um carro”, disse Timberlake após sua aparição no tribunal. “Este é um erro que eu cometi, mas espero que quem quer que esteja assistindo e ouvindo agora possa aprender com esse erro. Eu sei que eu certamente aprendi.”
